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Sessão da Meia Noite

Comentários pessoais e (in)transmissíveis sobre cinema e televisão.

Sessão da Meia Noite

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Definitely, Maybe - Para Sempre, Talvez de 2008

O Sessão da Meia Noite apanhou este filme na RTP1, num horário em que estava a relaxar no sofá, fora das horas de sessão.

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Definitely, Maybe – Para Sempre,Talvez, 2008, de Adam Brooks, com Ryan Reynolds, Elizabeth Banks, Isla Fisher e Rachel Weisz.

 

Trata-se de uma comédia romântica, dirigida por um veterano experimentado neste tipo de filmes – Adam Brooks, que já dirigiu outros filmes de sucesso como “O Novo Diário de Bridget Jones” (2004) e “French Kiss: O Beijo” de 1985.

 

Will Hayes, interpretado por Ryan Reynolds, é um idealista natural de Wisconsin, que decide mudar-se para New York para trabalhar na campanha política de Bill Clinton à presidência dos Estados Unidos de 1992.

 

Deixando na sua cidade natal a namorada – Elizabeth Banks, na expetativa de manter uma relação à distância. Durante a campanha conhece April – Isla Fisher, e posteriormente Summer Hartley – Rachel Weisz, que irão desempenhar papéis fundamentais na sua vida.

 

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O argumento gira sempre em torno destes quatro personagens e dos seus encontros e desencontros, utilizando como elemento catalizador a filha de Will, Maya Hayes – uma brilhante interpretação de Abigail Breslin, e a sua demanda em perceber como os seus pais se conheceram.

 

Pelos entremeios da história vão aparecendo alguns elementos enriquecedores que complementam com valor e excelência todo este ramalhete, como Kevin Kline no papel do escritor boémio, orientador de tese de Summer, e voz da consciência de Will.

 

Uma prova do valor da composição dos personagens que temos é o facto de, no elenco, estarem dois vencedores e uma nomeada para os óscares.

 

A história não é nova mas o modo como o realizador a molda para a expor na perspectiva de Maya é bastante inteligente e interessante.

 

Este filme é uma comédia romântica tipica, mas que se eleva sobre o pelotão pela realização inteligente, excelente atores e pelos seus belíssimos exteriores (as cenas de Central Park têm uma fotografia lindíssima e muito realista), fazendo sobressair o seu lado mais emocional, não sendo de todo um filme de pastilha elástica.

 

Foi uma agradável surpressa esta sessão fora de horário.

 

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