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Sessão da Meia Noite

Comentários pessoais e (in)transmissíveis sobre cinema e televisão.

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Agent Carter

Explorando o universo cinematográfico da Marvel (MCU), hoje falamos de uma personagem pouco conhecida, e algo secundarizada, presente nos filmes, séries e one-shot.

 

Peggy Carter, ou simplesmente Agent Carter, foi apresentada no filme Captain America First Avenger (2011), como o apoio sentimental e interesse amoroso de Steve Rogers, e aparece posteriormente numa série, autointitulada, que teve direito a duas temporadas, e que hoje comentamos.

 

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Agent Carter, 2015-2016, de Christopher Markus e Stephen McFeely, com Hayley Atwell, James D’Arcy, Enver Gjokaj, Chad Michael Murray, Wynn Everett, Reggie Austin, Bridget Regan, Lesley Boone, Shea Whigham, Lyndsy Fonseca, Currie Graham, Kurtwood Smith, Dominic Cooper, Ray Wyse, Sarah Bolger, Toby Jones, John Glover, Stan Lee.

 

Peggy Carter (Hayley Atwell) é o grande apoio de Steve Rogers na sua transformação para Captain America, e fica destroçada com o seu desaparecimento no Ártico.

 

Esta é a introdução da personagem no MCU, através do filme.

 

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Posteriormente ao filme, como a aceitação de Peggy Carter tinha sido positiva, foi comissionada uma série – Agent Carter, que relatava as aventuras de Peggy, após o fim da Segunda Guerra Mundial, como uma agente secreta na SSR (Strategic Scientific Reverve).

 

A série Agent Carter teve duas temporadas, num total de 18 episódios, onde vemos Peggy Carter a lutar contra interesses escuros e organizações criminosas ao mesmo tempo que lida com os preconceitos e dificuldades de uma mulher independente nos anos 40 do século XX.

 

Na primeira temporada que teve 8 episódios, Peggy está nos escritórios de New York e vai tentar ajudar o seu velho amigo Howard Stark (Dominic Cooper) que está a ser falsamente incriminado pelo alegado fornecimento de tecnologia a inimigos dos Estados Unidos da América.

 

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Após a conclusão desta tarefa e o reconhecimento do seu valor como uma operacional competente, Peggy é destacada para Los Angeles de modo a auxiliar a base local da SSR, a lidar com uma nova ameaça, relacionada com as perigosidades do desenvolvimento da era nuclear, misturada como uma sociedade secreta que se encontrava infiltrada a todos os níveis da sociedade Americana.

 

Esta é a premissa da segunda temporada, que teve 10 episódios.

 

Pelo caminho, Peggy vai sendo auxiliada por Edwin Jarvis (James D’Arcy), o mordomo de Howard Stark que, mais tarde vai ser o tutor de Tony Stark (Iron Man), e a inspiração para o sistema de inteligência artificial que acompanhará Tony Stark em todas as suas aventuras e tropelias, chamado J.A.R.V.I.S. (acrónimo para Just Another Ratter Very Inteligent System).

 

Curiosamente, nos filmes, J.A.R.V.I.S. é materializado pela voz de Paul Bethany.

 

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A série está muito bem construída, com especial relevo para a cinematografia e guarda-roupa que cumprem na perfeição o seu papel de nos transportar para a década de 40 no século passado, e encaixa perfeitamente na cronologia do MCU.

 

Como atores, Hayley Atwell e James D’Arcy encaixam muito bem nas suas personagens, e conseguem encarnar perfeitamente os papéis da agente estouvada e o parceiro mais ponderado.

 

No entanto, ao longo da segunda temporada, a série foi perdendo audiência e, inevitavelmente, foi cancelada.

 

 

Ficamos assim só com duas missões da Agent Carter, no âmbito da primeira fase do MCU.

 

Contudo, e como o universo Marvel não é nada senão confuso, existe ainda um one-shot de Agent Carter. Apresentado pelo meio dos créditos finais de Captain America First Avenger, serviu para introduzir a série após o filme.

 

Assim, a ordem cronológica dos eventos relacionados com Peggy Carter é filme, one-shot e série.

 

 

Na realidade, esta série vem enriquecer o contexto do MCU, onde a importância não é somente atribuída aos heróis principais, mas também às circunstâncias e pessoas que permitiram a criação da realidade onde os heróis desempenham os seus papéis.

 

Classificação SMN: 7/10.

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