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Sessão da Meia Noite

Comentários pessoais e (in)transmissíveis sobre cinema e televisão.

Sessão da Meia Noite

Comentários pessoais e (in)transmissíveis sobre cinema e televisão.

John Wick: Chapter 2

Finalmente, no Sessão da Meia Noite, conseguimos ver uma dos filmes que gerou mais espectativa ao longo deste ano: o segundo capítulo da história da “reforma” do assassino profissional John Wick.

 

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John Wick: Chapter 2 – John Wick 2, 2017, de Chad Stahelski, com Keanu Reeves, Riccarso Scamarcio, Ian McShane, Ruby Rose, Common, Claudia Gerini, Lance Reddick, Laurence Fishburne, Tobias Segal, John Leguizamo, Bridget Moynahan, Thomas Sadoski, David Patrick Kelly, Franco Nero, Peter Serafinowicz, Luca Mosca, Chukwudi Iwuji, Peter Stormare.

 

O primeiro capítulo desta história já havia sido surpreendentemente espetacular, e o segundo não desiludiu.

 

A história pega no final de John Wick (2014), com John (Keanu Reeves) em busca do seu carro: um Ford Mustang de 1969, que havia sido roubado pelos irmãos Tarasov.

 

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Numa sequência de pré-créditos de grande adrenalina, ao melhor estilo de James Bond, comprovamos que o principal motivo para a sua busca não era o carro em si, mas algo que estava no porta-luvas.

 

Com o fecho deste plot do argumento, entramos na linha principal desta história, que começa com uma visita indesejada do passado do John – um “amigo”, a quem John havia pedido ajuda em obter a sua “reforma”.

 

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Neste mudo de organizações criminosas escusas e assassinos contratados com moedas de ouro, nada é simples e, lentamente, vamos sendo apresentados às regras que servem de balizadores à aparente normalidade desta sociedade escondida.

 

Mais uma missão suicida é imposta a John Wick, que terá que utilizar todos os seus recursos especiais e treino, para sair no final com vida(que por motivos de honra este não poderá declinar).

 

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Esta missão vai leva-lo a Roma e ao Hotel Continental local, cujo responsável (Julius) é um dos nossos atores favoritos de todos os tempos – Franco Nero, numa analogia a Winston (Ian McShane) do Continental de New York.

 

Mas, no fundo, John Wick, apesar de ter largado a vida do crime por amor, é uma pessoa vingativa, pelo que não descansará até puder exercer a sua vingança sobre o “amigo” que lhe impôs uma missão tão pouco glorificante.

 

 

O filme é uma montanha russa de emoções e adrenalina, onde os loopings parecem que não acabam, o que faz com que o espetador não consiga desligar, sob pena de perder um momento essencial de uma perseguição ou de uma luta.

 

O realizador Chad Stahelshi, que fez a sua carreia como duplo (Matrix, Wolverine, Sherlock Holmes: Jogo de Sombras, entre muitos outros), demonstra ser muito hábil na criação de cenários de luta fora do normal, onde as capacidades físicas e o treino intenso de Keanu Reeves desempenham um papel fulcral.

 

Como destaque, além do desempenho de Keanu Reeves, gostámos especialmente de Laurence Fishburne como Bowery King e Ruby Robe como a silenciosa Ares, numa iniciação muito interessante neste tipo de filmes muito exigente.

 

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Este filme foi ao encontro das espectativas do Sessão da Meia Noite, superando-as, numa continuação da história de um assassino que pensa que se quer reformar mas que, de repente, perde a sua principal motivação para tal.

 

É um excelente filme de ação com um final que nos deixa a salivar pelo terceiro capítulo, onde esperamos ver de novo Keanu Reeves, Ian McShane e companhia, a revelar um pouco mais das regras de honra desta sociedade secreta que vive entre nós (?!) sem levantar suspeita.

 

 

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